sexta-feira, 12 de novembro de 2010

Extremos

Não ouço a tua voz
Não sinto o teu perfume
Os extremos nos separam
O desejo nos une

Não vejo o teu rosto
Não sei o teu gosto
Mas sei que então...
Amor nenhum é em vão

O frio do sul
Reacendeu o meu calor
Corri pra varanda
Olhei no horizonte
E gritei o teu nome...

Vem pra minha cama,
Moldura de nossa insanidade
Vem pecar com quem te ama
Sob os lençóis da eternidade

Segundo um poeta local, dá pra fazer uma música dessa letra por conta da métrica. Alguém se habilita? rsrs

6 comentários:

  1. Amei a sinceridade a paixão das tuas palavras.

    Te sigo

    http://ameninaqueroubavaasimesma.blogspot.com

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  2. Adorei...

    vou mandar o link desta postagem para uma musicista amiga minha, acho que ela vai aceitar o desafio. Rs...

    Beijos,

    ótimo fds!

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  3. Que homem incrédulo!
    Já deixei o link desse pôst pra minha amiga como depoimento no orkut...
    Pedi pra ela comentar aqui no seu blog quando ler...
    RS,

    Ah! DDC é ótimo...
    Inventei a sigla pra driblar minha mãe e alguns chatos na facul...
    Rs....

    Vc ta bem?
    Beijos

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  4. kkkkkkkkkkkkkkkkkkk

    Seu pai deve ter confiado no tipo de mulher errada, ou assim como vc confiou demais nos conselhos do pai dele. Rs...
    Estou bem sim graças a Deus.. feliz por ter chegado o fds...

    Rs...

    Bjo

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  5. Olá, Paulo,

    De fato, o poema é lindo, e ao lermos em voz alto podemos sentir o ritmo. Pena que não tenho talento para compor música (rsrs).

    Abraços, Paulo, e ótimo feriadão.

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  6. Olá Paulo, achei teu blog, perneando por aí, resolvi entrar pra curiar e acabei gostando muito!
    Amo poesia... como vc diz no seu perfil "onde quer que ela aconteça"...adorei ;)

    O poema é lindo, e olha,dá música sim ;)
    gostei..."cama,moldura da ansiedade"

    te seguindo
    BjO

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